Pés de caminho, janelas no peito, horizonte nas curvas e curvas no horizonte, mãos de sete sedas.
Mulher e poeta. Escritora nas horas cheias e cineasta nas vazias.
Quem me abiga neste momento é o céu do Planalto Central.
Pés de caminho, janelas no peito, horizonte nas curvas e curvas no horizonte, mãos de sete sedas.
Mulher e poeta. Escritora nas horas cheias e cineasta nas vazias.
Quem me abiga neste momento é o céu do Planalto Central.
Allie Marie Queiroz disse,
23/11/2009 às 0:52
Que bom te reencontrar!
Lindos versos, vida cheia e bem vivida, vida grande.
Saudades, beijão
João Barbosa disse,
21/10/2010 às 14:23
Deborah Dornellas,
tudo em você é bonito.Até a simplicidade das palavras se escondem em você, pra nos encantar.Eu vim no blog e fiquei verde de surpresa, com a limpeza, a suavidade, com a firmeza das escolhas, que muito me satisfazem, e viva a pluralidade, que você tão bem domina.Um beijo e um queijo deste etu fã recente e eterno.