O que dizer de mim,
a não ser que sou inteira,
que dou inteira minha mão a ti,
inclusive nas horas meias?
O que dizer de mim,
a não ser que sou inteira,
nas insônias, nas incertezas,
carências, carícias, surpresas,
solidões extremas e êxtases?
Sou inteira sim, é o que sou.
da cabeça aos pés,
pelo corpo e alma afora,
adentro
pela noite e no meio do dia.
Gente inteira não esvazia.
Sendo inteira,
sou assim.
Mesmo não cabendo em mim.

Guca Domenico disse,
07/09/2010 às 12:24
Belas palavras, senhora poeta!
Nina Ridd disse,
09/12/2010 às 10:20
Esse é o melhor blog de poesia que eu já vi pela net!!!
Debby, não tem nada que vc faça um pouco mal nessa vida?
Muitas saudades… beijos carinhosos, da sua fã!